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Hinos

Atualizado em 26/02/2018 às 13:19

Hino Nacional Brasileiro

Letra: Joaquim Osório Duque Estrada

Música: Francisco Manuel da Silva




Ouviram do Ipiranga as margens plácidas 
De um povo heróico o brado retumbante, 
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos, 
Brilhou no céu da Pátria nesse instante. 

Se o penhor dessa igualdade 
Conseguimos conquistar com braço forte, 
Em teu seio, ó Liberdade, 
Desafia o nosso peito a própria morte! 

Ó Pátria amada, 
Idolatrada, 
Salve! Salve! 

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido 
De amor e de esperança à terra desce, 
Se em teu formoso céu, risonho e límpido, 
A imagem do Cruzeiro resplandece. 

Gigante pela própria natureza, 
És belo, és forte, impávido colosso, 
E o teu futuro espelha essa grandeza 

Terra adorada, 
Entre outras mil, 
És tu, Brasil, 
Ó Pátria amada! 

Dos filhos deste solo és mãe gentil, 
Pátria amada, 
Brasil!

II 

Deitado eternamente em berço esplêndido, 
Ao som do mar e à luz do céu profundo, 
Fulguras, ó Brasil, florão da América, 
Iluminado ao sol do Novo Mundo! 

Do que a terra mais garrida 
Teus risonhos, lindos campos têm mais flores; 
"Nossos bosques têm mais vida", 
"Nossa vida" em teu seio "mais amores". 

Ó Pátria amada, 
Idolatrada, 
Salve! Salve! 

Brasil, de amor eterno seja símbolo 
O lábaro que ostentas estrelado, 
E diga o verde-louro desta flâmula 
- Paz no futuro e glória no passado. 

Mas, se ergues da justiça a clava forte, 
Verás que um filho teu não foge à luta, 
Nem teme, quem te adora, a própria morte. 

Terra adorada 
Entre outras mil, 
És tu, Brasil, 
Ó Pátria amada! 

Dos filhos deste solo és mãe gentil, 
Pátria amada, 
Brasil!

 

 

Hino do Estado de Santa Catarina

Letra: Horácio Nunes

Música: José Brazilício de Souza


Sagremos num hino de estrelas e flores 
Num canto sublime de glórias e luz, 
As festas que os livres frementes de ardores, 
Celebram nas terras gigantes da cruz. 
Quebram-se férreas cadeias, 
Rojam algemas no chão; 
Do povo nas epopéias 
Fulge a luz da redenção. 

No céu peregrino da Pátria gigante 
Que é berço de glórias e berço de heróis 
Levanta-se em ondas de luz deslumbrante, 
O sol, Liberdade cercada de sóis. 
Pela força do Direito 
Pela força da razão, 
Cai por terra o preconceito 
Levanta-se uma Nação.


Não mais diferenças de sangues e raças 
Não mais regalias sem termos fatais, 
A força está toda do povo nas massas, 
Irmãos somos todos e todos iguais. 
Da liberdade adorada. 
No deslumbrante clarão 
Banha o povo a fronte ousada 
E avigora o coração. 

O povo que é grande mas não vingativo 
Que nunca a justiça e o Direito calou, 
Com flores e festas deu vida ao cativo, 
Com festas e flores o trono esmagou. 
Quebrou-se a algema do escravo 
E nesta grande Nação 
É cada homem um bravo 
Cada bravo um cidadão.

 

Hino Oficial do Município de Pouso Redondo

Poema: Artemio Zanon

Música: Ney Brasil Pereira


Tropeiros destemidos desbravaram 
Caminhos ínvios neste solo culto; 
Os imigrantes foram que plantaram 
Sementes férteis que em civismo exulto. 

Estribilho 
Pouso Redondo, meu torrão cativo, 
Do Estado Coração Catarinense, 
Aqui, feliz, eu plenamente vivo, 
No labor nosso povo tudo vence. 

Foi da Alemanha, impávido imigrante 
Que plantou nesta terra por primeiro; 
Da Itália e da Hungria, confiante, 
Colono era nativo brasileiro. 


Na pecuária e na agricultura, 
Estão as nossas forças empenhadas; 
Cerâmica de argila a mais pura 
Integra-nos trabalho de mãos dadas. 

Emancipado em vinte e três de julho 
Mil novecentos e cinqüenta e oito, 
Tu és, Pouso Redondo, meu orgulho, 
Cantar teu nome faz-me ser afoito. 

Pujante sempre no teu crescimento, 
Hoje me sinto cidadão mais forte; 
Pouso Redondo, és o meu alento, 
E no teu rumo tenho firme norte.

 

 

Hino à Bandeira Nacional

Letra: Olavo Bilac

Música: Francisco Braga


Salve, lindo pendão da esperança, 
Salve, símbolo augusto da paz! 
Tua nobre presença à lembrança 
A grandeza da Pátria nos traz. 

Recebe o afeto que se encerra 
Em nosso peito juvenil, 
Querido símbolo da terra, 
Da amada terra do Brasil! 

Em teu seio formoso retratas 
Este céu de puríssimo azul, 
A verdura sem par destas matas, 
E o esplendor do Cruzeiro do Sul. 

Recebe o afeto que se encerra 
Em nosso peito juvenil, 
Querido símbolo da terra, 
Da amada terra do Brasil!


Contemplando o teu vulto sagrado, 
Compreendemos o nosso dever; 
E o Brasil, por seus filhos amado, 
Poderoso e feliz há de ser. 

Recebe o afeto que se encerra 
Em nosso peito juvenil, 
Querido símbolo da terra, 
Da amada terra do Brasil! 

Sobre a imensa Nação Brasileira, 
Nos momentos de festa ou de dor, 
Paira sempre, sagrada bandeira, 
Pavilhão da Justiça e do Amor! 

Recebe o afeto que se encerra 
Em nosso peito juvenil, 
Querido símbolo da terra, 
Da amada terra do Brasil!

 

Hino da Independência

Composição: Poema: Evaristo da Veiga

Música: D. Pedro I


Já podeis, da Pátria filhos, 
Ver contente a mãe gentil; 
Já raiou a liberdade 
No horizonte do Brasil. 

Brava gente brasileira! 
Longe vá... temor servil: 
Ou ficar a pátria livre 
Ou morrer pelo Brasil. 

Os grilhões que nos forjava 
Da perfídia astuto ardil... 
Houve mão mais poderosa: 
Zombou deles o Brasil. 

Brava gente brasileira! 
Longe vá... temor servil: 
Ou ficar a pátria livre 
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges, 
Que apresentam face hostil; 
Vossos peitos, vossos braços 
São muralhas do Brasil. 

Brava gente brasileira! 
Longe vá... temor servil: 
Ou ficar a pátria livre 
Ou morrer pelo Brasil. 

Parabéns, ó brasileiro, 
Já, com garbo varonil, 
Do universo entre as nações 
Resplandece a do Brasil. 

Brava gente brasileira! 
Longe vá... temor servil: 
Ou ficar a pátria livre 
Ou morrer pelo Brasil.